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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Agente penitenciário recebeu R$ 30 mil para facilitar fuga.

Investigação do Ministério Público Estadual para mapear movimentação criminosa dentro dos presídios de Mato Grosso do Sul acabou revelando corrupção de agente penitenciário que colaborava com presidiários e cobrava pelos serviços. O servidor público foi descoberto em escutas telefônicas autorizadas pela Justiça e chegou a pedir R$ 30 mil por fuga de detento do Presídio de Segurança Máxima, no Jardim Noroeste, em Campo Grande.

A intenção do MPE era desmontar esquemas de facção criminosa dentro do sistema penitenciário. As investigações chegaram ao agente penitenciário quando houve a tentativa de descobrir quais eram os meios de ingresso de telefones celulares no presídio.

Além de aparelhos literalmente lançados pelos muros da Máxima, de pessoas de fora para os presidiários, e visitantes que carregam os telefones para dentro das unidades, o grampo telefônico revelou que um agente penitenciário cobrava para levar celulares aos presos.

Dentro da unidade penal, o agente ainda era responsável por... “camuflar” os aparelhos avisando os presos sobre onde colocá-los nas celas. Assim, no momento da revista feita por outros colegas, nenhum objeto estranho seria encontrado. 
MICHELLE ROSSI 
Jornal Correio do Estado

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