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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Cadeia pública está sem agentes penitenciários.

Investigadores e policiais dividem tempo entre solucionar crimes e atender as celas.

Além da superlotação, a cadeia pública da cidade, está sem agentes penitenciários. Pela falta de servidores da Sesp (Secretaria de Segurança Pública), o trabalho na carceragem é mantido exclusivamente por investigadores.

Os policiais deixam de lado o trabalho de apuração de crimes para controlar os detentos. Eles mesmos se denominam como ‘investigadores de marmita’, ou seja, atendem apenas as necessidades dos presos. “Agora somos investigadores de marmita. Estamos exercendo a função dos agentes e deixando a nossa de lado. Depois que os contratos dos agentes antigos terminaram, temos que dividir nosso tempo fazendo os serviços deles”, explica um investigador que preferiu não se identificar.

Após o fim dos contratos dos agentes penitenciários antigos, as vagas não foram preenchidas. A cadeia pública tem pouco mais de 50 detentos, e por conta da falta de servidores, os policiais civis deixam de lado operações. “Estamos sobrecarregados de uma função que não é nossa, fazendo mais o papel dos agentes cuidando dos presos e das celas do que investigando os crimes da cidade, temos que deixar de cumprir nossas funções para fazer as funções que seriam dos agentes”. 

RESPOSTA
Em resposta,... a assessoria da Polícia Civil informou que há um esforço tanto da Seju (Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos) como da Sesp (Secretaria da Segurança Pública), para tentar resolver os problemas de superlotação das cadeias públicas. As autoridades buscam também colocar mais agentes penitenciários para liberar os investigadores.
Karine Demezuk
O Paraná

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