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sábado, 31 de agosto de 2013

Escola de soldados ganha mais adesões.

Ministério Público do Trabalho e Associação dos Maçons engrossam campanha para transformar a unidade do CPP 3.

Mais duas entidades de Bauru entram na lista de favoráveis à transformação da unidade do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) 3, antigo Instituto Penal Agrícola (IPA), em uma escola de formação de soldados. O Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Associação dos Maçons de Bauru e Região (Assoma) encaminharam ao governador Geraldo Alckmin um ofício manifestando apoio ao projeto.
Antigo Instituto Penal Agrícola de Bauru poderá abrigar escola de formação de policiais
A proposta surgiu como conversa de bastidores políticos após a desativação do IPA de Rio Preto, que agora vai abrigar um polo tecnológico, ainda a ser instalado.

Representantes da Associação dos Policiais Militares da Reserva, Reformados, da Ativa e Pensionistas da Caixa Beneficente da Polícia Militar do Estado de São Paulo (Aipomesp), Associação dos Cabos e Soldados (regional Bauru), Associação dos Subtenentes e Sargentos (regionais Marília e Bauru) e Associação de Defesa dos Policiais Militares do Estado de São Paulo (Adepom), além dos quatro Conselhos Comunitários de Segurança Pública (Consegs) e a Câmara Municipal já estão unidos para que a mudança ocorra. As entidades também promovem abaixo-assinados em favor da causa.

Os argumentos para a substituição do antigo IPA por uma escola de soldados começam pelo fato de que esses institutos são um modelo defasado de reeducação, já que poucos detentos são oriundos do campo.

Hoje, o CPP 3 não se localiza mais em área rural, e sim divide espaço com o Distrito Industrial. Além disso, Bauru já colabora significativamente com o Estado na questão carcerária: são dois presídios de regime semiaberto, um Centro de Detenção Provisória (CDP) e duas unidades Fundação Casa – uma de internação e outra de semiliberdade.

Segundo as entidades que apoiam a causa, a escola de formação de soldados traria de volta a tradição da cidade dentro da Polícia Militar – Bauru tem um dos batalhões pioneiros – e teria capacidade para formar cerca de 1.000 soldados por ano, vindos de todas as regiões do Estado, em um raio de até 300 km, e até de Estados vizinhos, devido à sua localização estratégica, no coração de São Paulo.

A escola também proporcionaria um maior número de soldados nas ruas, o que incrementaria a segurança pública em Bauru e região.
JCNet

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