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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Corpo de mãe de detento é levado ao presídio de Lages para o último adeus.

Sem escolta para acompanhar detento a velório, entrada de corpo na unidade foi autorizada.

Uma história no mínimo curiosa ocorreu na tarde desta segunda-feira na Serra Catarinense. Um detento do Presídio Masculino de Lages (PML), impedido de deixar a instituição para dar o último adeus à mãe, falecida no domingo à noite, teve de fazer o velório atrás das grades...>

Era por volta de 18h20min de domingo quando Maria Corina Garcia, de 76 anos, moradora do Bairro Habitação, morreu de causas naturais no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres. Um dos oito filhos dela, Leriano Garcia, 33, recluso há aproximadamente quatro meses, foi informado por agentes penitenciários sobre a morte da mãe na manhã desta segunda.

Por meio do seu advogado, Leriano teria conquistado o direito de ir ao velório, segundo um dos sobrinhos dele, o militar Brendo Cruz Vieira, de 19 anos. Mas a direção do presídio teria informado sobre a impossibilidade de escoltar o preso até o velório.

E como não obteve permissão para ficar com Leriano sob sua custódia, a família optou pelo mais inusitado: levar a falecida até o presídio. Transportado por um carro funeral, o corpo de Maria entrou na instituição prisional às 15h15min e saiu 15 minutos depois. Nenhum parente ou amigo pôde entrar. Em seguida, o corpo foi levado ao cemitério do Bairro da Penha, onde foi sepultado.
Pablo Gomes
DIÁRIO CATARINENSE

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