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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Três presídios de SP vão receber os primeiros bloqueadores de celular.

CDP de Guarulhos, Belém e Pinheiros foram os escolhidos.

Mais de 6 mil aparelhos foram apreendidos em penitenciárias neste ano.

A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) já definiu os três primeiros presídios que vão receber os bloqueadores de telefones celulares: o Centro de Detenção Provisória de Guarulhos, por causa da proximidades com o aeroporto, o CDP do Belém, cercado por 60 torres de celular. E o CDP de Pinheiros, região onde passam motoristas que cruzam a Marginal Pinheiros. Os bloqueadores foram aprovados no fim do mês passado...>

Só nos seis primeiros meses do ano, 6, 354 mil aparelhos foram apreendidos dentro das penitenciárias. A partir de novembro, 23 presídios vão receber dois tipos de bloqueadores. Um vai embaralhar o sinal e impedir que as ligações cheguem às torres. O outro vai funcionar como uma falsa torre que recebe, não completa a ligação e ainda identifica os telefones que estão sendo usados.

Os três primeiros presídios que vão receber esses dois bloqueadores também já foram definidos. São todos de segurança máxima e no interior do estado: Presidente Bernardes, Avaré e Presidente Venceslau, de onde um preso dava ordens por telefone para um dos 29 suspeitos presos na região do Grande ABC, presos na última sexta-feira (2).

A medida visa impedir a comunicação dos presos com as quadrilhas que estão do lado de fora das detenções. É com criatividade e ajuda externa que os bandidos contam para receber celulares atrás dos muros e portões. Uma das formas é a entrega aérea, com pipas, mini helicóptero e pombo correio. O esconderijo pode ser também um doce de leite, o cabelo, uma perna mecânica e até mesmo colado ao bumbum de um bebê.

Desde o começo do ano, o governo e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) testaram bloqueadores para impedir o uso dos aparelhos por presos. “Nós sabemos que o custo desse aparelho para entrar na prisão é da ordem de R$ 30 mil. Esperamos que as comunicações sejam interrompidas via celular. Nós não queremos que os contatos sejam imediato, nós não queremos mais que os presos, dentro das prisões, possam estar aqui fora organizando crimes”, diz Lourival Gomes, secretário da administração penitenciária.

O governo do estado decidiu contratar duas empresas que oferecem o serviço de bloqueio de celulares. O edital de concorrência sairá em 10 dias.
G1 São Paulo

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