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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Latrocínio de agente penitenciário tem primeira audiência nessa tarde.

Procedimento inicialmente deveria ter ocorrido dia 26 de agosto, mas precisou ser adiado.

A Justiça de Marília realiza hoje (13), a partir das 13h30, a primeira audiência do processo que apura o latrocínio (roubo seguido de morte) do agente penitenciário Sebastião Rodrigues Mourão, 50, em crime ocorrido em março na região central em plena luz do dia.

No procedimento, que inicialmente havia sido agendado para o dia 26 de agosto - foi adiado pelo não comparecimento dos acusados -, o juiz Décio Divanir Mazeto, da 3ª Vara Criminal, deverá colher o depoimento das vítimas da joalheira assaltada e de testemunhas arroladas pela defesa e acusação.

Na sessão também deverá acontecer o interrogatório dos três réus, Jonathan Camargo Grejo, 22, Júlio César de Almeida, 39, e Roger Luiz Cardoso de Moura, 23.

Os acusados, que estão presos desde a data do crime, serão escoltados até o Fórum, inclusive Jonathan, que ficou paraplégico após ser alvejado com um tiro na medula. Ele está recolhido em um hospital presidiário na capital paulista. Júlio César e Roger estão na Penitenciária de Marília.

Caso seja condenado, o trio pode pegar até 30 anos de prisão em regime fechado.

O CRIME
Por volta das 15h de 14 de março, Jonathan, armado com um revólver calibre 38, invadiu a joalheria, localizada no cruzamento das ruas Paes Leme e Quatro de Abril, e rendeu funcionários. Ele exigiu que o cofre fosse aberto e roubou todas as joias.

Ao deixar a joalheria, o jovem cruzou com o agente penitenciário e houve troca de tiros. Sebastião foi baleado na cabeça, ainda foi socorrido com vida, mas faleceu no dia seguinte. Já o criminoso foi atingindo no abdômen, perdeu instantaneamente os movimentos das pernas e ficou caído até ser algemado por policiais militares. Ele teve que ser socorrido para o HC por viatura da PM, pois populares ameaçavam linchá-lo.

Minutos após o crime, Julio César foi preso quando caminhava pela rua Lima e Costa. Ele foi reconhecido pelas vítimas como um dos comparsas do crime. O outro criminoso, Roger Luiz Cardoso de Moura, 23, também foi detido nas proximidades do Espaço Cultural.
Diário de Marília

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