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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Ala feminina da cadeia de Lutécia será desativada.

Aos poucos, cadeias públicas vão sendo substituídas pelos CDPs.

Terminou hoje o prazo para que os Estados apresentem propostas de criação de vagas em cadeias públicas e penitenciárias femininas. A previsão do Ministério da Justiça é que as construções de cadeias públicas ou ampliações das existentes sejam iniciadas até 2013. O governo do Estado de São Paulo, por sua vez, vem trabalhando para substituição das cadeias públicas por Centro de Detenção Provisória (CDP), os quais são considerados mais seguros. 

Nesta lógica, o delegado seccional de Assis, Newton de Calazans Junior, informa que a ala feminina da cadeia pública na cidade de Lutécia será desativada. As presas em regime provisório ou já condenadas na área do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior (Deinter-4), região de Bauru - que inclui as seccionais de Polícia de Assis, Jaú, Lins, Marília, Ourinhos e Tupã – serão, a princípio, levadas para a Penitenciária Feminina de Pirajuí, cerca de 130 quilômetros distante de Assis. O mesmo ocorrerá com as presas em regime semiaberto enquanto não tiver vagas nas colônias. 

O delegado seccional observa que na cadeia pública de Lutécia continua ativada a ala masculina por algum tempo, já que o governo sinaliza com a inclusão direta do Centro de Detenção Provisória, no anexo penitenciário em Assis. De acordo com Calazans Junior, três vezes por semana os presos na cadeia de Lutécia são removidos para o Centro de Detenção Provisória de Assis, uma forma de facilitar o trabalho da Policia Civil que se desincumbe de escoltas e também de evitar problemas de segurança em Lutécia. Também há estudos, segundo o delegado seccional, quando a criação de uma cadeia em trânsito feminina para região de Assis.
Redação Assiscity.com / Jornal Voz da Terra

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