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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Para evitar fuga, agente penitenciário atira em presos e é afastado do cargo.

Em um pavilhão, dois agentes e cerca de duzentos presos. É essa a realidade dos presídios acreanos. Com falta de pessoal, poucos agentes são responsáveis por garantir a segurança nos presídios do Acre.

Na sexta-feira, 1º, um tumulto na Unidade de Recolhimento Provisório colocou em cheque a segurança nas penitenciárias. Um grupo de presos iniciou uma rebelião e nove deles foi atingido por arma não letal contra a cela disparada por um agente para impedir a fuga. Os nove presos sofreram ferimentos leves e foram hospitalizados.

Foi aberto procedimento administrativo, a ocorrência foi registrada em delegacia e os presos foram levados para o Pronto Socorro e depois para o Instituto Médico Legal (IML).

O presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre, Adriano Marques, considerou o agente um herói anônimo e guardião da sociedade acreana por ter agido através do uso progressivo da força usando tecnologias menos letais para se evitar uma fuga em massa de presos.

“Importante registrar que... se trata de um servidor exemplar que em mais de quatro anos nunca faltou um serviço, e que eram aproximadamente 220 presos para apenas dois agentes penitenciários”, disse.

Em nota, o diretor-presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen), Dirceu Augusto, disse que a direção tomou todas as medidas necessárias, inclusive, no afastamento do agente responsável por efetuar os disparos até que o caso seja apurado.

“Por fim, a direção do Iapen repudia e lamenta o ocorrido, reforçando que não pactua com quaisquer atos de violência contra os reeducandos”, diz a nota.
agazeta

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